ISBN: 978-85-7283-862-7
Formato: Livro brochura (paperback)
Número da edição: 1
Data do lançamento: 02/01/2014
Número de páginas: 256
Idiomas do produto: Português
Peso: 320 g
Comprimento: 10 mm
Largura: 140 mm
Altura: 210 mm


R$79.90
“Foram escritas várias obras antirrevolucionárias sobre a Revolução. Burke escreveu um livro revolucionário contra a Revolução” - Novalis (1772-1801)“[…] a Revolução Francesa é a mais espantosa que aconteceu até agora no mundo. As coisas mais surpreendentes foram produzidas, em mais de um caso, pelos meios mais absurdos e ridículos; nos modos mais ridículos, e, aparentemente, pelos mais vis instrumentos. Tudo parece fora do natural neste estranho caos de leviandade e ferocidade, onde todas as espécies de crimes misturam-se com todas as espécies de loucuras. Em vista dessa monstruosa cena tragicômica, necessariamente as paixões mais opostas se sucedem e, às vezes, se misturam, fazendo-nos passar do desprezo à indignação, do riso às lágrimas, do desprezo ao horror.”Definidas pioneiramente pelo político, jurista e historiador escocês James Mackintosh (1765-1832) como um “manifesto da contrarrevolução”, e descritas pelo historiador A. Cobban (1901-1968) como “o maior e o mais influente panfleto político jamais escrito, e uma contribuição clássica para a teoria política da civilização ocidental”, eis as Reflexões sobre a Revolução na França, de Edmund Burke (1730-1797), publicadas em primeiro de novembro de 1790. Desde então, duas questões têm inquietado os leitores da obra. A primeira procura entender as razões que levaram um político e intelectual de histórico liberal, como Burke (defensor da causa dos católicos irlandeses, dos colonos norte-americanos e do povo indiano contra os diversos abusos das autoridades britânicas), a odiar tão radicalmente a Revolução na França. E num momento em que, como bem notou o historiador E. Halévy, “era uma ilusão compartilhada por todos os simpáticos à França na Inglaterra que a Revolução de 1789 era uma revolução de tipo inglês, uma imitação da revolução de 1688 e inspirada nas ideias inglesas”. Em segundo lugar, e na esteira da primeira questão, por que o tom agressivo e veemente da obra, que levou um filósofo liberal como Isaiah Berlin a caracterizar seu autor como um inimigo da Ilustração? Este livro representa não somente a obra fundadora do moderno conservadorismo político, como avança em alguns dos principais conceitos: seja da crítica filosófica ao totalitarismo, seja da crítica historiográfica revisionista à Revolução Francesa da segunda metade do século XX.
Este influente tratado explora as origens psicológicas de ambas as ideias, e foi descrito como um dos documentos estéticos mais importantes produzidos naquele período.
“Foram escritas várias obras antirrevolucionárias sobre a Revolução.
Enquadrada na tradição da filosofia política clássica, e considerada um dos grandes livros da história intelectual moderna, esta obra histórica de Tocqueville analisa as origens e os significados da Revolução Francesa.
Em Piloto de guerra (também conhecido como Voo para Arras), Saint-Exupéry condensa meses de voo em uma única e aterrorizante missão de reconhecimento fotográfico como piloto na Segunda Guerra Mundial, em 1940, quando fez parte do Grupo 2/33.
“Foram escritas várias obras antirrevolucionárias sobre a Revolução.
ISBN: 978-85-7283-862-7
Formato: Livro brochura (paperback)
Número da edição: 1
Data do lançamento: 02/01/2014
Número de páginas: 256
Idiomas do produto: Português
Peso: 320 g
Comprimento: 10 mm
Largura: 140 mm
Altura: 210 mm
Um encontro entre poesia, filosofia e espiritualidade, A voz do mestre é uma das obras mais poderosas de Khalil Gibran.
Textos Clássicos Indianos
Obras centrais do cânone védico, as Upaniṣadas tiveram e ainda têm enorme influência na literatura e na cultura indianas, cumprindo papel fundamental na formação das tradições religiosas e filosóficas da Índia, tais como o budismo, o jainismo e, especialmente, as várias vertentes do hinduísmo.
Os antigos costumavam comparar ao ouro tudo o que consideravam sem defeitos e belo por excelência: assim, entendiam por Idade do ouro a idade das virtudes e da felicidade, e pelos Versos Dourados os versos nos quais estava encerrada a mais pura das doutrinas.
A Teoria do Ordenamento Jurídico é uma das mais importantes obras do debate jurídico.
Nesta publicação, nos diálogos intitulados Timeu e Crítias, Platão fornece as principais referências sobre a Atlântida, supostamente localizada numa imensa ilha do Atlântico, mas que no auge de sua civilização, teria sido tragada pelo Oceano.
Nesta obra, Aristóteles estabelece o instrumento da lógica formal, base do pensamento científico.
Edição bilíngue (português/latim) da obra do famoso jurisconsulto clássico romano, caracterizado por seu espírito humanista e equitativo, cuja obra foi fundamental na evolução do direito romano e bizantino.
Em Da Arte da Guerra, Maquiavel não se preocupa com o desenvolvimento esmiuçado de uma teoria política que tenha o fenômeno bélico como componente privilegiado mas sim em exibir uma concepção da guerra do ponto de vista da arte e de sua exeqüibilidade e funcionalidade.
Com texto integral, a Retórica de Aristóteles tem primorosa tradução realizada por Edson Bini, direto do idioma grego, com notas e numeração de Immanuel Bekker.
Edição do clássico francês que traz uma inusitada situação: dois grandes filósofos, Maquiavel e Montesquieu, encontram-se no inferno para discutir os mais importantes temas políticos e sociais.
Em outubro de 1761, Marc-Antoine, filho de Jean Calas, foi encontrado morto.

