A origem da família, da propriedade privada e do Estado
R$48.90A origem da família, da propriedade privada e do Estado é um tratado histórico sobre as relações familiares de sociedades primitivas da Europa.
Saulo Krieger é doutor em filosofia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), tendo realizado estágio bolsa-sanduíche na Université de Reims Champagne-Ardennes, França. É autor da tese O cerne oculto do projeto nietzschiano. Logos vs. pathos no ato de filosofar, e de artigos e ensaios em sua área de atuação (filosofia contemporânea).
A origem da família, da propriedade privada e do Estado é um tratado histórico sobre as relações familiares de sociedades primitivas da Europa.
Prelúdio a uma filosofia do futuro
Além do bem e do mal – Prelúdio a uma filosofia do futuro foi publicado pela primeira vez em 1886, com base nas anotações de Nietzsche para a composição de outra de suas obras: “Assim falou Zaratustra” (esta, publicada pela primeira vez em 1891).
Em setembro de 1909, Sigmund Freud concedeu uma série de palestras nos Estados Unidos, em Massachusetts, sobre suas teorias de psicanálise.
Neste clássico das ciências políticas, Montesquieu narra a história política de um dos maiores povos da Antiguidade, embasada em relatos históricos, de forma direta, com foco no essencial e naquilo que determina o curso dos acontecimentos, permitindo ao leitor visitar o passado para elucidar o presente.
Diferentemente de outros livros, dedicados às vezes a um público leigo, neste texto Freud retoma e amplifica conceitos apresentados em obras anteriores.
Uma obra-prima que nos faz questionar: estariam as comunidades condenadas a um estado permanente de neurose? O mal-estar na civilização nos apresenta a teoria freudiana de que o conflito entre as regras sociais e as pulsões primitivas do homem seria a principal causa dos distúrbios psicológicos de nosso tempo.
O que mantém coesa uma massa de indivíduos? Como líderes influenciam uma multidão de pessoas? O que leva aos movimentos políticos de massa? Perguntas como essas são o alvo de investigação de Psicologia das massas e análise do eu (1921), de Sigmund Freud.
Publicada pela primeira vez em 1913, esta obra reúne quatro artigos nos quais Sigmund Freud aplica a psicanálise à antropologia e à religião.
